Feeds:
Posts
Comentários

breno3         Há alguns anos atrás, em 2006, o site do Josimar Mello, publicou um artigo meu cujo título era “Vamos abrir a rolha?”. Tratava de uma questão aflitiva para todos aqueles que gostam de vinho, que acabam por querer compartilhar com amigos suas mais recentes descobertas. Fazia uma avaliação das razões e dos erros que se comete com esta atitude. Talvez por ter lido meu artigo de então e refletido profundamente minhas dúvidas quanto à justiça de se cobrar ou não a “rolha” – uma taxa de serviço sobre vinhos que o cliente traz para ser degustado em restaurante – o grande e já tradicional Bar Balcão (São Paulo, Rua Dr. Melo Alves, 150 – Jardim Paulista)  acabou com o problema: simplesmente impede que seus clientes tragam o vinho de casa! Vinho, apenas o que tem lá para vender e não adianta argumentar com o garçom, ele gentil e educadamente não cede.

           Foi o que me aconteceu ontem mesmo e nem quis desrespeitar as ordens dos gerentes e proprietários, meus conhecidos de tantos anos, até porque mantenho relações familiares com um dos acionistas minoritários desde as primeiras horas do empreendimento tão bem sucedido. Cheguei esbaforido e atrasado, com uma mesa composta por outras cinco pessoas. Carregava debaixo do braço duas amostras que sobraram da aula que tinha acabado de dar na Casa Cor Boa Mesa sobre vinhos italianos. Uma das amostras era um excelente Barbera e a outra um grande Valpolicella di Ripasso, dois vinhos que fazia questão de dividir as sobras com os amigos. Fui impedido.

          É a primeira vez que vejo isso acontecer, apesar de ter vivido confrontos mais ou menos pesados por conta deste item, seja com gerentes, seja com donos de restaurante. Vivi um bate-boca sério com o amigo Pasquale, dono do restaurante que leva seu nome, por ter ele praticado uma irregularidade muito comum para todos os que cobram rolha sem pensar no que está fazendo: que aplicar uma sobretaxa de serviço sobre o preço cobrado da “rolha”. Ou seja, a “rolha” é um serviço em si, não pode compor o preço que se aplica sobre os 10% de serviço! Se não fui claro, exemplifico – digamos que a “rolha” cobrada seja R$25,00 e a conta do que se comeu tenha sido de R$85,00. Portanto, o justo será cobrar R$85,00 + R$8,50 + R$25,00 = R$ 118,50; e não R$85,00 + R$25,00 + R$11,00 = R$121,00. Diferença pouca nos números, mas não na honestidade dos custos, aceitando-se que a “rolha” é um custo justo de se cobrar, bem entendido.

          Está dada a queixa. Espero que blogs que defendem o consumidor como o Alhos e Passas, o Luiz Américo do Paladar, o e-bocalivre e outros bolgueiros seguidores dos princípios de Ralph Nader me copiem! Abaixo, reproduzo o artigo citado, colocando meus comentários de revisão em itálico e entre aspas apenas naquilo que pareceu datado:

VAMOS ABRIR A ROLHA?

Sub-título: A rolha cobrada por um restaurante é ou não um fato inibidor para gourmets, que escolhem uma ocasião especial para compartilhar um rótulo de sua adega?

Texto: Josimares, Lorençatos e Sauls (este, infelizmente, não está entre nós para exercer a crítica), críticos de gastronomia em geral: criem mais este tópico para avaliação. Gostaria muito de saber se determinado restaurante cobra ou não pela rolha do vinho.

 hand20with20moneyrs1        “Rolha” é nome que se dá a uma praxe duvidosa que os restaurantes praticam sob a justificativa de cobrir despesas sobre o serviço do vinho que você bebeu…. Mas não pagou. O cliente vai à mesa, entrega uma garrafa de vinho que trouxe consigo e pede para o garçom abri-la, servi-la em temperatura e copos apropriados. São despesas referentes ao custo de manutenção e reposição de copos, ao custo do treinamento do pessoal do serviço, ao uso do equipamento de refrigeração, que permite que o vinho seja servido adequadamente. Na prática, a rolha é um fator inibidor — por mais que o parágrafo acima pretenda esconder este fato e servir de explicação. Se somarmos todo o serviço do vinho, ele resultaria num valor irrisório que jamais justificaria os cerca de R$ 80 por garrafa cobrados em alguns restaurantes de São Paulo, como o Fasano e Risoteria Segatto.

          A “punição” costuma ser determinada levando-se em conta o preço dos vinhos que compõem a carta do restaurante, como confirma a chef Isabela Masano, do Amadeus. Lá, a rolha custa R$ 40 — preço do vinho mais em conta de sua carta. Com argumentos parecidos, o Fasano cobra R$ 80; o Segato, R$ 75; e casas paulistanas como o Due Cuochi e o Martin Fierro, R$ 25 (estarão estes números revisados?). Por que inibir o cliente que escolhe seuwine cork ball restaurante para comemorar uma situação especial com uma taxa evidentemente punitiva? Ida Maria, proprietária do Due Cuochi, filosofa: “Faço questão que você venha com a sua garrafa. Sabe por quê? Se eu causar dificuldades para você consumir o vinho que quer beber, simplesmente você me abandonará por um outro restaurante qualquer!”. Não, você não leu errado, no parágrafo acima, que o Due Cuochi cobra R$25 a rolha, assim como a informação do Fasano está correta. A regra é válida somente aos clientes de primeira viagem! Pois aos habitués e aos amigos, nada de lei.

         No Fasano, o amigo é muito bem servido e recebido com seu vinho, como no Due Cuochi e em qualquer outro citado neste artigo. Alguns dos entrevistados chegaram a considerar que o restaurante que não cobra rolha é decadente. Ora, o Magari e o D.O.M. acreditam ser a adega mero complemento da comida (esta afirmação se mantém?). Seus clientes vão comer o que eles prepararam, no ambiente que oferecem. O bom vinho está lá, como está o bom sal, o bom azeite, a boa iluminação. O empresário que investiu no restaurante tem todo direito de ficar nervoso quando um cliente chega com um rótulo debaixo do braço. Com os óculos do lucro ele vê uma perda irrecuperável e um hábito que pode se propagar entre os outros clientes, o que traria conseqüências desastrosas para seu negócio. Concede-se ao empresário o direito de argumentar que cobra uma “taxa de incerteza”, pois não pode garantir a qualidade do vinho que veio de um local desconhecido, sem nada saber sobre sua conservação, transporte e região, o que poderia, de fato, estragar a harmonia necessária para melhor degustar a sua arte culinária. É possível até considerar o argumento que ouvi uma vez de um dos sócios do extinto Santelmo: “Optar por trazer um vinho de casa é um desrespeito à minha adega”…

corks-greg-griffin-stock        Por outro lado, o cliente tem igual direito de ficar nervoso e redirecionar sua bússola na busca por outros grandes castelos da gastronomia em São Paulo. Assim, os empresários à beira de ataques de nervos perdem público, porque a concorrência é grande e saudável. Escolho onde vou comemorar uma data especial numa carteira de opções cada vez maior e melhor. Sou daqueles consumidores que não tinha o hábito de beber vinho em restaurante, a não ser que os preços estivessem realmente razoáveis, muito próximos do cobrado pela importadora. Os preços eram tão exorbitantes que invariavelmente acabava bebendo outra coisa. Na Europa, a diferença entre o vinho servido num restaurante em condições normais não passa de 30% do que se pagaria pela mesma garrafa numa loja especializada ou num supermercado qualquer. No Brasil, até poucos anos atrás, o baixo consumo, as más condições de guarda e a escassa oferta podiam até explicar o dobro do preço que o restaurante cobrava em relação ao que tinha sido pago. De uma parte, para amortizar o valor do vinho que tinha no estoque — e que deixou de ser consumido por falta de cliente — e, de outra, por alguma estranha ganância, pois o bebedor de vinho era visto como um consumidor sofisticado e cheio da grana, pronto para pagar o vinho que não foi consumido pelos outros clientes!

        Mas houve um aumento geométrico da oferta da bebida pelas importadoras e pelos comerciantes de vinho em geral, o que, num círculo virtuoso: aumentou o hábito de consumo, aparelhou os restaurantes para o serviço e conservação dos rótulos, diminuiu o custo do vinho estocado e o preço do vinho comprado pela concorrência entre as importadoras, aumentou a procura por vinhos de melhor qualidade etc. Alguns restaurantes costumavam respeitar o esforço e valorizar a presença daquele cliente não habitual. Abriam espaço para o vinho que se trouxe de casa, sabendo que aquela garrafa podia estar guardada há anos esperando por uma ocasião especial. No meu aniversário de 2004 levei ao La Paillote uma Taittanger Comtes de Champagne Rosé Millésimé que ganhei, e o restaurante me acolheu com total naturalidade e sem qualquer custo adicional. No aniversário de casamento de um primo meu, fomos ao Santo Colomba com garrafas de Gevrey Chambertin que nos foram servidas e saudadas pelos serviçais com grande alegria. Pois se você for como eu, deve comprar muito mais vinho do que é capaz de consumir.

         Quanto aos meus amigos, todos compram vinho, todos querem mostrar aos outros sua última “enodescoberta”, e isso se dá quase sempre em restaurantes. Ou seja, não é o vinho que trago de casa que me afasta do consumo do produto estocado na adega do restaurante. É a visão que o proprietário tem do vinho em seu negócio que me joga nos braços da concorrência. Falta fechar o artigo com alguma pedra filosofal? Acho que não, deixe-o assim, aberto como um vinho sem rolha que precisa de oxigenação para se misturar ao mundo e ganhar o seu verdadeiro lugar.

Mais um texto do amigo e colaborador, agora com participação quinzenal aos sábados, Breno Raigorodsky; 59, filósofo, publicitário, cronista, gourmet, juiz de vinho internacional e sommelier pela FISAR. Para acessar seus textos anteriores, clique em Crônicas do Breno, aqui do lado.

        Para começar, uma tremenda dica de compra para quem passa pela Rodovia dos Bandeirantes com uma certa assiduidade, amigos de Jundiai, Itupeva, Campinas, Limeira (viu Alaor, San, Ju, Re) e região. Depois, uma série de degustações, wine dinner, promoções, etc.. Aproveitem.

Expand Outlet – No Outlet Premium, encostado ao Serra Azul, Hopi Hari e Wet & Wild na Rodovia dos Bandeirantes, onde o chic é pagar pouco, a Expand montou uma loja que possui todo o seu portfólio corrente com descontos muito camaradas, mas também uma série de bons rótulos com que não mais trabalhará com preços de arrasar para limpar estoque ou seja, tem hoje, mas não se sabe amanhã.  O Edilson e equipe atendem com eficiência e simpatia tornando difícil, se não quase impossível, sair de lá com menos de uma caixa. Alguns dos vinhos que publiquei na minha Seleção de Adega com vinhos abaixo de R$50,00 estão lá a preços ainda mais baixos, caso do Abadia Vega Tempranillo e do Trivento Pinot Noir. Mas tem mais, tem Berço do Infante por, pasmem, R$13,00 ou o Juanico Cabernet Sauvignon pelo mesmo valor . Melhor ainda, o Quinta de Cabriz Reserva 2005, um belíssimo de um vinho por apenas R$34,00 (50% de desconto). Achaval Ferrer Malbec, um dos melhores rótulos argentinos nesta faixa por setenta e poucos reais e por aí vai. Quando fui pegar o Joe, dei uma passada por lá e fiz a festa com os agradecimentos de meu genro que lotou a adega. Quer conhecer mais, ligue lá e fale com o Edilson, tel. (011) 4496.7595. Show de bola!

  

Caballo Loco 9 na Portal dos Vinhos – Os amigos Fátima e Emilio recebem a visita do enólogo deste ícone chilenos, junto com outros rótulos da Valdivieso, nesta próxima segunda-feira dia 9 . Boa forma de começar a semana, eheh, veja abaixo.

Valdivieso na Portal dos Vinhos

  

Wine Dinner com Bodegas Roda – A Expand começa a retomar suas atividades de forma mais assídua e desta vez com os vinhos desta excelente bodega espanhola.  Vejam o informe recebido da amiga Sandra: O evento acontece dia 10 de Novembro, no restaurante A Figueira Rubaiyat, com a presença de Gonzalo Lainez Gutierrez, Diretor Comercial de Exportação da renomada vinícola espanhola.

          A Bodegas Roda é um ícone da região de Rioja, na Espanha. Seus vinhos são citados e referenciados constantemente por importantes críticos internacionais nas mais conceituadas revistas especializadas. A vinícola é datada do final dos anos 80, quando houve uma renovação enológica na Espanha, e o nome Roda foi a melhor forma que seus donos – Mario Rotland e Carmen Daurella – encontram para personificar o projeto, já que ele é composto com as sílabas iniciais dos seus sobrenomes.

          A mentalidade moderna está presente na produção de vinhos. Tanto que a vinícola está à frente de uma importantíssimo projeto científico que estuda os métodos vinícolas e enológicos de encarar as mudanças climáticas que estão acontecendo no mundo. Durante o jantar, o representante da Roda, Gonzalo Gutierrez, que é Master em viticultura e enologia, aborda essas questões e dirige a degustação de seus premiados tintos.

Cardápio:

  • Recepção – Pães Caseiros e entradas variadas, com Espumante Paralelo 8 Rosé
  • Entrada – Brandade de bacalhau, harmonizado com Riesling Winemakers Concha Y Toro
  • Primeiro Prato – Baby Beef com mini batatas provençais, harmonizado com RODA Reserva 2004
  • Segundo Prato – Medalhão de Filet Mignon com batatas e cebolinhas assadas ao molho madeira, harmonizado com RODA I 2004
  • Sobremesa – Gran Buffet de Sobremesas Figueira
  • Café Nespresso com Petit Four

Programação:

Vagas: 60 lugares / Horário: 20:00hs / Preço: R$240,00/pessoa

Reservas: (11)3847-4700

 

Degustação em Jundiai – A Vinhos do Mundo junto com a Rosso Bianco, promovem uma degustação no próximo dia 12. Boa opção de programa para os amigos da região. Veja abaixo.

Rosso Bianco Jundiai

 

Kylix – recebi informação do amigo Simon, que a Kylix já está com seus kits de natal montados  e uma bela promoção com os ótimos vinhos da Zuccardi e clássicos italianos como:

  • Sassicaia 2006 – De  R$ 1.239,00 Por R$ 1.014,00 / A partir de 6 gfs por R$ 958,00/un e a partir de12 gfs por R$ 879,00/un.
  • Barrua 2005 – De R$ 307,00 Por R$ 252,00 / A partir de 6 gfs por  R$ 238,00/un e a partir de12 gfs por R$ 218,00/un.
  • Montessu Isola dei Nuraghi (um Carigan) – De  R$ 153,00 por R$ 126,00 / A partir de 6 gfs por R$ 119,00/un e a partir de12 gfs por R$ 109,00/un.

Junte a turma, passe na loja, entre no site (eles entregam) e aproveite.

 

BR Bebidas – Uma coleção de Amarone. Quer dar aquele baita presente para quem já tem tudo, ou a quem você queira emocionar e impressionar? Pois bem, descolei com o Fredo um preço muito especial, somente para os amigos leitores deste blog, nesta caixa com uma vertical de Amarones Bertani. A foto fala por si só, e o preço que está um pouco acima dos R$3.000 na loja, ficará por R$2.800,00. Se quiser comprar individulamente, o preço por garrafa será de R$790 em vez dos quase R$900 que é o de prateleira .

BR Bebidas 004

 

Vinhos da Burmester no Armazem Gourmet – Esta é para o pessoal de Campinas. Degustação de vinhos portugueses (Douro e Porto)  no bonito espaço Gourmet da loja nesta próxima Quarta-feira (11/11) às 20:00hs no Armazém Gourmet.  Veja os vinhos da Degustação que contará com a presença do enólogo:

Para começar um gostoso Portônica, Burmester Porto branco seco com água tônica, gelo e uma rodelinha de limão – recomendo – para preparar o palato seguido de Tavedo tinto / Casa Burmester Reserva / Burmester Jockey Club (um bom Porto tawny reserva) e o Burmester Porto LBV

         Após a degustação, será servido um jantar com entrada, prato principal e uma sobremesa. São somente 24 vagas a um custo de R$50,00 ou seja, deve terminar logo então ligue lá, peça mais informações e faça sua reserva; tel.: (019) 3252.1488. Se quiser dar uma passada por lá neste Sábado para conhecer o lugar, aproveite porque, a partir das 11 horas; coquetel com espumantes, vinho tinto, canapés com caviar ……

Salute e kanimambo.

 

           Prazeres da Mesa é uma das principais, se não a principal, revista de enogastronomia brasileira e promove anualmente um verdadeiro show enogastronômico com ênfase maior na gastronomia. Evento de grande porte repleta de laureados, saltos Luis XV de monte, mas também muitos apreciadores, curiosos e garimpadores. Tradicionalmente ocorre nas instalações do campus da Faculdade de Gastronomia do Senac em Santo Amaro e merece, pelo menos, um dia de seu tempo apesar da entrada ser meio salgada (R$100,00) o que, aparentemente, reduziu um pouco a número de pessoas este ano.

           Eu fui, devidamente credenciado como Imprensa devido à coluna do jornal, mais para ver se havia alguma novidade no setor térreo do evento, onde se encontram os estandes dos expositores de vinho, alguns alimentos e outras cositas más. Também para buscar alguns vinhos de parceiros presentes que estarão participando de umas provas que estou armando para este mês e que em breve divulgarei. Nada de muito novo ou diferente, mas tive a oportunidade gostosa de rever amigos e aproveitei para degustar alguns poucos vinhos dos amigos e um ou outro menos conhecido. De ressaltar o incrível portfólio que o amigo Juan levou para degustação, de tirar o chapéu e por dois me apaixonei. Falemos do que vi, antes de falar de como sai de lá!

Prazeres 006Cantu, apresentava dois novos rótulos de um produtor recém chegado do Sul do Rhône com a marca Xavier. Um Ventoux 2007 bastante interessante e um Cotes du Rhone  2006 que foi o que mais me atraiu sendo um vinho bastante equilibrado, taninos finos, com bastante tipicidade, corpo médio, um vinho muito agradável e creio que os preços rondam os R$50 a 60,00. Uma interessante novidade no mercado que merece ser provado, certamente agradará.

Santo Emilio é um produtor de Santa Catarina que possui somente dois, porém muito saborosos rótulos. O Espumante Rosé é muito fresco, saboroso e terei o prazer de contar com aPrazeres 007 presença dele numa prova de Espumantes Rosés que farei ainda este mês. Já tinha provado antes e confirmei agora, que seu tinto Leopoldo, um corte de cabernet e merlot é muito bem feito, saboroso, bom volume de boca, taninos aveludados que abre bem em taça e me agrada bastante. Seu preço, no entanto, algo próximo a R$75,00 aqui em São Paulo (Eivin) me parece exagerado. Não sei, mas tenho a sensação que existem uma série de produtores nacionais que desejam amortizar investimentos deste porte em cinco anos e saem com estes preços, mas enfim é meu feeling e imagino que eles lá saibam o que estão fazendo.

Prazeres 003Peninsula, acho que foi o ponto alto do pessoal do vinho neste evento, a empresa que maior número de vinhos de qualidade levou ao evento. Começando pelo Val de Sil elaborado com a pouco conhecida uva Godello, muito aromático, diferente e instigante que mostra uma untuosidade e bom corpo ao palato, boa acidez, um vinho gastronômico por excelência. Provei novamente o Losada e confirmei, muito bom e instigo os amigos a provarem, é diferente, saboroso ePrazeres 002 com uma ótima acidez que nos faz aguar e pedir mais. Por falar em aguar, o que falar do infante AAlto 2006, uma criança que mal começa a engatinhar e já mostra do porquê esse vinho ter a fama que tem? Agora, me dobrei mesmo foi ao Viña Sastre Pago de Santa Cruz 2003, que VINHAÇO! Encorpado, harmônico extremamente saboroso, complexo, taninos aveludados, terroso e um final em que aparecem especiarias e frutos negros com enorme persistência. Para tomar a garrafa, divino!

          Tinha mais, no entanto tinha um compromisso e tive que sair logo, mas sem deixar de dar uma passada no estande da Nomu, empresa Sul-africana produtora de especiarias local em que me deparei com um chutney fantástico. Eu não sei vocês, mas minha memória tem ligação direta com meu estômago e aquilo que como. Quem ainda não sentiu os aromas ou gostos de infância?  Eu sinto direto e sempre que possível tento matar saudades! Da África do Sul, país onde estudei dos 11 aos 18 anos, trago Prazeres001gratas recordações gastronômicas, outras nem tanto. Umas pelo momento, outras porque me fazem viajar até hoje por sabores diferentes e marcantes, entre eles o Mrs. Ball’s Original Recipe Chutney! É bom demais e até pouco eu ficava na dependência de amigos que fossem á Alemanha, Inglaterra e, obviamente à África do Sul. Quem está trazendo este e outros produtos de lá, como os temperos da Nomu, é a Latinex (http://www.latinex.net/). Posso garantir que esse chutney consegue transformar qualquer peito de frango grelhado sem graça, num verdadeiro pitéu! Num curry então, aí nem se fala, bom demais da conta sô. Este eu recomendo sem medo de errar.

            Apesar do convite da amiga Fernanda Fonseca para um Wine Walk pelos vinhos portugueses sendo expostos, tive que me retirar tendo indo buscar as minhas garrafas para a degustação. Ao sair, a segurança me pergunta se o que tinha na caixa era vinho? Certamente que sim, disse eu, são para uma prova de vinhos que vou realizar e que os produtores/importadores me trouxeram para facilitar a logística. Fui barrado, não poderia sair com os vinhos.  Entendi a regra, certamente para inibir o comércio de vinho no evento, algo até entendível, mas há que se ter bom senso e discernimento, mas mesmo com todas as explicações de nada adiantou. Tive que esperar a “chefia” ser chamada que ao chegar me perguntou se estava tudo bem, o que obviamente não estava e que achava aquela situação um verdadeiro absurdo. Mostrar a credencial de imprensa também de nada adiantou, já que na minha não dizia “membro da corte ou amigo do rei”  e também não quis expor os amigos produtores e importadores a essa situação no minimo embaraçosa. A bem da verdade, em nenhum momento fui grosseiramente tratado, mas o momento foi de bastante constrangimento já que a chefia fez questão de me escoltar até a saída tendo tecido um comentário que agora até agora não entendi; “que conhecia bem a seus expositores”(??). Já os bêbados que teimavam em ser inconvenientes, esses não tiveram grandes problemas com a segurança não!  Enfim, um evento extremamente badalado, mas que, se já não me dizia muito, agora perdeu totalmente o interesse .

Salute e Kanimambo.

Ps. Me fez lembrar de algo! Já repararam como eles facilmente dão uma arma a um segurança de banco, mas esquecem de lhes prover de cérebro. Tá bom, há exceções, não devemos crucificar uma categoria inteira pela ausência de massa cinzenta de alguns, mas que é complicado, lá isso é!

 Quero homenagear o amigo Alexandre e o Enoblogs no dia em que este importante meio de comunicação completa um ano de vida. Quando começou, Falando de Vinhos já tinha quase um ano e poucos blogs se achavam na rede, a maioria de nossos amigos portugueses. Eu buscava outras fontes de informação, mas poucos achava exceção feita a uma meia dúzia de pioneiros como o Glupt do Luiz Horta, Saul Galvão, Carta de Vinhos do Ricardo Cesar (que lamentavelmente sumiu do radar), Notas do Raul do Raul Fagundes, que recentemente retornou ao nosso convívio e Q Vinho que se iniciava neste mundo virtual, entre poucos outros. Ao bolar o Enoblogs, com link cativo aqui do lado, o Alexandre alavancou o mundo dos blogs de vinho e literalmente democratizou a mensagem ao facilitar o acesso a um monte de gente, tanto aos “redatores” do vinho com seus blogs como aos consumidores/leitores ávidos por informação.

            Aqui tem-se informação de montão sem se pagar um tostão, o que considero uma tremenda sacanagem especialmente no que se refere aos blogs de cunho profissional, mas isso é papo para outro momento, uma festa para os consumidores que podem comparar opiniões, buscar informações e expandir seu conhecimento. Em ultima instância, são idéias como estas que aproximam os importadores e produtores do consumidor, aumentam vendas e com isso, quem sabe já que a esperança é a última que morre, os preços caem e nós nos beneficiamos por tabela. Neste país essas retóricas comerciais não são lá muito confiáveis, mas …..enfim, dias melhores virão.

           O recente evento promovido pelo Beto (Papo de Vinhos) foi um claro exemplo da força dos blogs no meio comercial mostrando que esta é sim uma mídia de qualidade que deveria ser melhor entendida , fomentada e aproveitada pelos “donos da bola”  e o Enoblogs se tornou o canal de excelência escancarando as portas para todos o que se interessam pelas coisas de nossa vinosfera. Ao amigo Alexandre, mais que parabéns no dia de hoje, umBrindes brinde e agradecimento público por ter aberto esta porta a todos nós aficionados e enófilos. Através deste canal adquiri mais conhecimento, compartilhei mais experiências, conheci mais gente e fiz novos amigos. Valeu mon ami e que o Enoblogs siga crescendo e divulgando, cada vez mais, a mensagem! Parabéns por ter transformado este canal, no qual pegamos carona, no Maior Portal de Vinhos em Lingua Portuguesa. Parabéns pelo aniversário e sucesso alcançado. Show de bola!

 Salute e e kanimambo.

Desafio Alentejo x Douro 004         Neste derby Alentejo x Douro, os grandes ganhadores somos certamente nós consumidores e, em especial, a banca degustadora presente ao embate. Alguns crêem numa maior complexidade dos vinhos do Douro e outros num marketing excessivo dos vinhos do Alentejo que prometem mais do que o vinho entrega. Nesse derby, a discussão sobre os prós e contras de cada um será eterna, mas sem duvida alguma estamos muito bem servidos pois há vinhos de grande qualidade de ambas as partes.

        Para finalizar este agradável encontro em que os vinhos claramente se harmonizavam com os amigos presentes, o Franciacorta aceitou meu desafio, especialmente seu chef José Gomes da Silva. Por minha solicitação eles deixaram de lado seu bom menu de influência francesa para atacar de comida portuguesa com duas receitas que tirei do meu cofre!  Para acompanhar estas receitas, dois vinhos muito saborosos; o Aveleda Follies Alvarinho 07, contribuição do importador exclusivo a Interfood e o tinto alentejano Herdade Paços do Conde 2007 gentilmente cedido pela Lusitana de Vinhos & Azeites que o importa e distribui. Agora vejamos o que aconteceu:

Alentejo x Douro 019Pataniscas de Bacalhau da Maria Santos. Receita da amiga virtual à qual o Chef deu um toque particular ou adicionar um misto de folhas temperadas com um toque de pesto que combinou muito bem com as gostosas pataniscas. Quanto ao vinho, uma delicia. Este Aveleda Follies é um vinho de bom corpo, talvez um pouco superior às pataniscas que são bastante leves, mas a harmonização não chegou a ser prejudicada por isso. Um belo vinho que traz em seus aromas um certo floral com nuances de apricot, frutas brancas e uma certa mineralidade. Na boca mostrou–se mais cítrico, boa textura, ótima acidez, bom corpo, balanceado e fresco com um final muito agradável e algo especiado. Um Alvarinho de qualidade que achei que também se mostrou bastante interessante com a carne de porco que tem um estilo meio Thai de ser tendo combinado bem com o frescor do vinho.

Carne de Porco á Alentejana da Tia Rosa. Adoro e poucas comi que conseguissem chegar Alentejo x Douro 023aos pés do que a minha tia faz, porém o chef se superou e, com uma receita dessas, provocou um burburinho à mesa. Um prato diferenciado que combina a carne de porco com vôngole, uma mistura inusitada que traz ao palato sensações diferentes e muito, muito gostosas lembrando sabores tipicos da gastronomia thailandesa. O vinho é de grande qualidade e uma das boas opções no mercado abaixo de cinqüenta reais, já que anda por volta dos R$40,00. O Herdade Paços do Conde 2007, num patamar inferior ao Reserva que tão bem participou do embate, é muito saboroso bastante frutado no nariz com nuances de salumeria e algo tostado. Na boca é carnoso, taninos ainda bem presentes devendo evoluir durante os próximos dois anos quando deve atingir seu apogeu, porém sem agressividade e bem incorporados num corpo médio para encorpado, boa acidez, equilibrado , alguma madeira ainda aparente, final especiado e tostado muito agradável. Um vinho que está bom agora e só melhorará com um tempo maior em garrafa tendo acompanhado a carne bem, porém se sobreposto um pouco. Harmonização, no entanto, é uma coisa muito particular e certamente cada amigo presente tem lá sua opinião e história para contar. Agora, que o vinho está muito bom disso não sobram quaisquer duvidas.

         Alguns ainda se divertiram provando um pouco dos vinhos que tinham sobrado do Desafio e brincando de harmonizar com os pratos servidos. No todo, mais uma bela experiência e momento de descobertas que compartilhamos com você. Bons vinhos, bons preços, mostrando o porquê Portugal detêm hoje a maior fatia do mercado Brasileiro de vinhos importados, exceção feita aos nossos vizinhos Chile e Argentina. Essa relação de custo x prazer não tem erro!

Alentejo x Douro 016

        Um Kanimambo especial aos parceiro que nos ajudaram a promover mais este Desafio, em especial ao Restaurante Franciacorta, Chef José Gomes, à eficiente equipe liderada pelo sommelier Steffano Lima , à Maria Santos pela genorisidade em ceder sua receita de pataniscas e á minha querida e saudosa tia Rosa. Aos amigos leitores que me honram com sua preferência, um brinde. Salute e gratos por mais uma vez fazerem com este blog tenha, em Outubro, batido mais um record de acessos com 13.400 no mês e 21.000 page views ultrapassando os 300.000 em menos de dois anos.

Valeu!

         Ué, se o Didu pode, eu também! A partir de agora até Terça pela manhã encostarei o teclado e vou curtir outras coisas, especialmente o Joe, um mineirinho que chegou ontem de Nova Lima fruto da criação do Marcelo. Interessante é que seu pai é Sul Africano com raízes inglesas e seu tataravô por parte de mãe era Yanketruz Shamrocks CLEMENTE, companheiro nobre que minha filha garimpou e nos presenteou. Setenta e poucos dias e forte que nem um touro, esse promete! Ou seja, o mundo dá voltas mas o que é do homem …….. Agora, dêm uma olhada e me digam se não tenho mais é que curtir? Ainda por cima um dia de sol divino e a chuva prometendo dar trégua até Terça. Fui !!!


| View Show | Create Your Own 

         Semana que vem conto como foi minha visita à Prazeres da Mesa e como fui “acompanhado” até a porta de saída. Chose de loque!!!  Sorry mates, vejo vocês por aqui na terça-feira. Até lá curtam o restante dos posts arquivados em Categorias ou usem os diversos links para surfar na net. Salute e brindemos ao bom senso e ao discernimento,  coisas cada vez mais raras entre nós.

Kanimambo por visitar e divulgar este blog e este trabalho.

ps. Um especial agradecimento ao Daniel Beloff pela “carona” dada ao Joe.

          São Paulo capital, São Paulo interior, Buenos Aires, não são muitas as dicas, mas são ótimas, espero que aproveitem. Bom final de semana e feriado a todos.

Wine Dinner Expand e Concha Y Toro – Recebi com muita felicidade esta comunicação da Sandra (assessoria da Expand) com este mui agradável evento que será capitaneado pelos; Otávio Piva de Albuquerque – pai e filho, da Expand, junto com o Presidente da vinícola chilena Concha y Toro Don Alfonso Larraín . Juntos, como velhos parceiros que são,  pilotarão este jantar harmonizado para apresentar a safra 2007 do vinho Marques de Casa Concha, em quatro variedades: Chardonnay, Cabernet Sauvignon, Syrah e Carmenére, que é novidade no portfolio. Esta safra é considerada excepcional por especialistas, e leva a assinatura do renomado enólogo Marcelo Papa, que explica o porquê do seu sucesso: “o baixo rendimento do vinhedo, somado às condições climáticas daquele ano, que se traduziu em baixas temperaturas e ausência de chuva na época da vendimia, resultaram em uvas de excelente qualidade”. O vinho tem conseguido importantes reconhecimentos – acima de 90 pontos – nas publicações de maior prestígio do mundo.

Menu

  • Entrada – Vieiras grelhadas com Purê de Alcachofra e Mini Pêra Confit com especiarias  acompanhadas de Marques de Casa Concha Chardonnay 2007
  •  Massa – Sorrentini de queijo Taleggio e Raddichio ao Burro & Sálvia  escoltada pelo Marques de Casa Concha Carmenére 2007
  • Carne Vermelha –  Filet de Avestruz grelhado com Mousseline de Batata Roxa  harmonizado com o Marques de Casa Concha Syrah 2007
  • Ave de Caça – Galantine de Galinha d`Angola com Riso Nero e Ervas acompanhado pelo Marques de Casa Concha Cabernet Sauvignon 2007     
  • Sobremesa –  Macarron de Baunilha com Figos frescos e Sorbet de Maracujá doce acompanhado pelo saboroso Concha y Toro Late Harvest

Promoção: Expand e VCT Brasil

Data: 03 de novembro, às 20h00, no Bar des Arts Itaim

Endereço: Rua Pedro Humberto, 9 – Itaim Bibi

Preço: R$ 180,00  por pessoa limitado a somente 50 participantes

Reservas: Expand: (11)3847-4700

 

Paella e Vinhos Espanhóis em Leme (SP) / Uruguai e Argentina em Piracicaba – è, não é para esta próxima semana porém sugiro já colocar na agenda. O incansável Luis Otávio promoverá eventos nos dias 10, 18 e 19 de Novembro próximo, agitando nosso interior.

Dia 10/11 – no Montana Steaks de Piracicaba, degustação dos vinhos da Argentina Eral Branco seguido de jantar por R$70,00

Dia 18/11 – No Enopira, degustação de vinhos da uruguaia Carrau seguido de jantar por R$60,00

Paella-2Dia 19/11 – no Carvalho’s Espaço Gourmet, o amigo Juan da Peninsula põe para quebrar fazendo sua já famosa paella e apresenta alguns de seus saborosos vinhos escolhidos dentro o maior e melhor portfólio de vinhos espanhóis disponível no país:

  • Cava Juve Y Camps Reserva Brut 2005- DO Cava
  • Mas Perinet Clos Maria blanco 2006- DO Monsant
  • Sierra Salinas MO 2006- DO Alicante
  • Castaño Hecula 2005- DO Yecla
  • V.H.de Seró Petit Grealó 2004- DO Costers de Segres
  • Enrique Mendoza Shiraz crianza 2006- DO Alicante
  • Mas Perinet- Perinet 2004- DO Priorat

Tem mais, para acompanhar a paella os vinhos Castaño Monastrel Rosado 2008 e Castaño Monastrel tinto 2007, tudo por somente R$100,00. Tá esperando o quê, ligue ou mande um e-mail para o Luis Otavaio e garanta seu lugar porque as vagas são limitadas! Tel- (019 ) 3424-1583- Cel. ( 19 ) 82040406 luizotaviol@uol.com.br  .

 

Cheval des AndesVertical de Cheval des Andes e Prova de Barrica –  Mais um que requer algum planejamento e reserva para garantir um lugarzinho ao sol! Desta feita nem São Paulo, nem Rio, nem Interior, esta dica trata de uma degustação em Buenos Aires promovida pelos amigos da 7Spirits Vinos Del Mundo, um de meus fornecedores de vinho preferidos em terras de Gardel. Grande diversidade, rótulos menos comuns e bons preços, sempre recomendo um contato com o Pablo. Veja a agenda abaixo (será dia 9 de Novembro):

Llega a Buenos Aires el enólogo de uno de los grandes (que digo grandes: enooormes…) vinos argentinos. Llega el francés Nicolás Audebert para celebrar junto a su criatura: Cheval des Andes, el primer vino de Cheval Blanc fuera de Bordeaux. De la mano de Nicolás podremos conocer el próximo lunes 9 de noviembre en el Bistró del Hotel Faena el nuevo Cheval des Andes 2006; la nueva cosecha en la impecable cadena Cheval: 96 puntos Robert Parker (a la fecha la mejor cosecha). Pero además, anticipos de las cosechas 2007 y 2008 (muestras de barricas), junto a las consagradas 1999 (debut) y 2003… Todo de la mano de algunos manjares preparados especialmente por el chef ejecutivo del Hotel Faena, el ex-Bulli Mariano Cid de la Paz.

 Aquí, todos los vinos del evento (recepción, cata guiada, cena tres pasos):

  •  Veuve Clicquot Brut Champagne Yellow Label NV
  •  Cheval des Andes 1999; cosecha debut: Robert Parker 92.
  •  Cheval des Andes 2003. (Aún sin calificar.)
  •  Cheval des Andes 2006; nueva cosecha: Robert Parker 96.
  •  Cheval des Andes 2007; barrel tasting.
  •  Cheval des Andes 2008; barrel tasting.
  •  Afincado Petit Manseng 2006.

 para agendar:

 Día. Lunes 9 de Noviembre de 2009. /  Horario. 20:00 hs. -rogamos puntualidad-.

 Lugar. Faena Hotel + Universe: El Bistró -Martha Salotti 445 Dique 2 Puerto Madero-.

 Chef. Mariano Cid de la Paz -chef ejecutivo Hotel Faena-. Cena en 3 pasos.

 Unico orador. Nicolás Audebert.

 Valor del cubierto por persona. $ 235.- incluye iva. (algo próxio a R$120,00 – pechincha!)

 Formas de Pago. AmEx, Visa, Master, 6 cuotas sin interés. /  Vacantes limitadas. 50 personas.

 Informes e inscripción 0800 777 47487 / NuevoMundo@sietespirits.com

siete spirits

 

Kylix Wine Day – estive lá visitando o amigo Simon e provei alguns vinhos que me entusiasmaram e agora compartilho com vocês como boas dicas de compra:

  • Casal Vechio Pecorino, um vinho branco delicioso, de uma uva pouco conhecida, que me encantou. Trazido pela World Wine.
  • Losada Bierzo 2007, um vinho que literalmente me deixou com água na boca, querendo mais e procurando comida. Grande vinho, muito macio, ótima textura, maravilha. Um vinho trazido pelo amigo Juan da Península.
  • Poggio Argentiera um Morelino di Scansano muito bom que cresceu muito com uma polenta com carne, finger food da La Pasta in Casa, que circulou durante o evento. Muito bom e me lembro que tinha um ótimo preço. Trazido pela Mercovino.
  • Can Bonastre Pinot Noir 2007, um pinot de Penédes na Espanha, muito interessante com boa tipicidade de nariz e cor, nem tanto na boca, muito saboroso. Este é para quem gosta de navegar por mares nunca dantes navegados. Gostei e quem traz é também a Mercovino
  • Nederburg 20/10 Sul-africano o chamado vinho da copa. Bom, bem feito, rico, saboroso vale experimentar e quem traz é a Casa Flora.
  • Herdade Paços do Conde Reserva 2005 que dias depois esteve em meu Desafio Alentejo x Douro. Ótimo vinho que faz jus à fama que o precede. Quem o importa é a Lusitana de Vinhos & Azeites.
  • Enamore 2007, um projeto conjunto da Bodega argentina Renacer e Allegrini que fazem um ripasso argentino muito saboroso. Surpresa muito agradável trazida pela Vinhos do Mundo.

Quanto a preço não sei não, esqueci de marcar, então ligue lá, (011) 3825.4422 ou acesse clicando aqui.

 

Porto AmazoniaSabores da Amazônia aportam no Porto Rubayat – esta me foi enviada pela Sofia Carvalhosa e achei muito legal, tanto que está por aqui como uma dica gastronômica muito interessante. Pirarucu de Casaca, Filhote de Pai d´égua, Filhote em Crosta paraense, Madalenas em Calda da Priprioca, Mundico e Zefinha, Creme de Camarão ao Leite de Castanha e Tapioca, Carpaccio de Pirarucu, sorvetes e doces amazônicos. Os sabores e o saber da floresta tropical vão estar de 6 a 15 de novembro próximos no PORTO AMAZÔNIA, um festival de gastronomia, arte, cultura e saúde, que vai reunir artistas plásticos, fotógrafos, chefes de cozinha e empresários no restaurante Porto Rubaiyat, em São Paulo.  O patrocínio é dos grupos Kroll e Orsa

            Tânia Nascimento, chefe de cozinha do restaurante Lá em Casa (Belém do Pará) e Nonato, mestre palmiteiro, vão se juntar ao nútrologo Carlos Iglesias, do Porto Rubaiyat,  para preparar os pratos típicos da Amazônia e explorar a grande diversidade de peixes, frutas e condimentos da região.  Uma nova grelha foi especialmente construída para preparar os peixes amazônicos. Os clientes poderão escolher Pintados, Pirarucus, Tambaquis, Filhotes, Pacus e camarões de rio, que serão grelhados na hora.  O buffet terá preço fixo de R$ 59/pessoa (almoço, jantar, fim de semana e feriado), incluindo couvert, antepastos, mesas de frios, pratos quentes e sobremesas.  A sustentabilidade também estará presente à mesa. Alguns dos pratos serão preparados com derivados de castanha-do-pará, como azeite extra virgem, creme, granulado, além da própria semente.

             De Segunda à quinta das 12h às 15h30/19h às 0:00h; Sexta das 12h00 às 17h00/19h00 às 00:30h; domingo das 12h00 às 18h00. Preço: R$ 59,00 por pessoa, incluindo couvert, mesa de antepastos, mesa de frios e pratos quentes e buffet de sobremesas.Para mais informações: Tel. (11) 3077-1111 ou acesse o site www.restauranteportorubaiyat.com.br .

Salute e kanimambo

Adega 2f         Meu genro me perguntou quais os vinhos recomendados no painel de até R$50,00, que publiquei este mês em diversos posts, eu selecionaria para minha adega climatizada de 35 garrafas. Dar uma de Salomão é sempre exercício difícil, mas me meti a rever minhas anotações do que provei para este painel e vi que alguns eu não deixaria faltar na adega não. Daí, trabalhei em cima desses, acrescentei um que não provei agora, mas que não sai da adega nunca (Varanda do Conde), e introduzi três rótulos (marcados com asterisco) de que ainda vou falar, pois dois deles provei ontem e um outro faz somente três dias, mas que não poderiam faltar aqui. Como ele, alguns dos amigos provavelmente tenham tido a mesma curiosidade, então vamos a minha lista de vinhos BGB (Bons, Gostosos e Baratos) que eu colocaria na minha adega e foram destaque neste grande painel em que mais de 100 rótulos foram provados.

Rótulo Produtor/Importador Preço Aprox.
Trivento Pinot Noir 08 Expand R$23,00
Abadias Vega Tempranillo 06 Expand R$24,00
Aurora Espumante Brut Pinot Noir Aurora R$25,00
Marco Luigi Reserva Malbec 07 Marco Luigi R$25,00
Marco Luigi Malbec 05 Marco Luigi R$25,00
Terranoble Carmenére 08 Decanter R$27,00
Alamos Malbec 07 Mistral R$27,00
Loios Tinto 08 Casa Flora R$27,00
Don Pascual Tannat 07 Expand R$28,00
*Herdade das Albernoas 08  Lusitana R$28,00
Mapu Cab/Carmenére 07 Vinho Sul R$28,00
San Esteban Cabernet Sauvignon VSE Classic 07 Vinea R$28,00
Sucre Cabernet Sauvignon 07 Wine Company R$29,00
Gran Theatre Bordeaux 06 Ravin R$30,00
Varanda do Conde 07 (Vinho Verde) Casa Flora R$30,00
Quinta do Encontro Merlot/Baga Winebrands R$34,00
Ostatu Branco Jovem 08 Cultvinho R$38,00
Lindemannn´s Cawarra Chard/Semillon 07 (brco) Expand R$38,00
*Finca Altorfer Malbec 08 Wine Lover´s R$39,00
*Finca Altorfer Blend Malb/Cab. 07 Wine Lover´s R$39,00
Quinta da Lagoalva Castelão/Touriga 04 Mistral R$40,00
Marquês de Borba Tinto 07 Casa Flora R$41,00
Sutil Reserva Malbec 07 Winery R$41,00
Estação Douro 06 Decanter R$41,00
Castillo de Molina Sauvignon Blanc 08  La Pastina R$41,00
Quinta do Ameal Loureiro 07 (branco) Vinho Seleto R$42,00
La Gatte Tradition Bordeaux 05 Mistral R$45,00
Trumpeter Malbec 07 Zahil R$45,00
Quinta do Casal Branco 06 D’Olivino R$46,00
Alaia 04 Peninsula R$47,00
Alain Brumont la Gascogne Tannat/Merlot 05 Decanter R$48,00
Filipa Pato Ensaios Branco 08 Casa Flora R$49,00
La Celia Reserva Cabernet Franc 04 Interfood R$50,00
Prova Régia Arinto (branco) Interfood R$50,00
Chateau Giraud-Cheval-Blanc Bordeaux 2006 Winery R$50,00

          A maioria é relativamente fácil de encontrar, porém se houver dificuldades minha sugestão é contatar o importador/produtor através  dos dados disponíveis aqui em “Onde Comprar” e pedir-lhes uma indicação de ponto de venda mais próximo de você. Amanhã, Dicas da Semana e na Segunda publico post com o delicioso jantar no Franciacorta (recomendo o restaurante) regado com bons vinhos portugueses, um grande encerramento para o saboroso derby português realizado na semana passada.

Salute, kanimambo e nos vemos por aqui.

Postagens Antigas »